Trump aceita medalha do Nobel da Paz oferecida por María Corina

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou, nesta quinta-feira (15/1), que foi “uma grande honra” conhecer a líder da oposição venezuelana María Corina Machado e receber dela a medalha do Prêmio Nobel da Paz. O gesto é apenas simbólico, já que o título é intransferível.

Foi uma grande honra para mim conhecer María Corina Machado, da Venezuela, hoje. Ela é uma mulher maravilhosa, que passou por tanta coisa. María me presenteou com seu Prêmio Nobel da Paz pelo trabalho que fiz. Um gesto tão maravilhoso de respeito mútuo. Obrigada, María!”, disse Trump.

Machado, vencedora do Nobel da Paz em 2025 pelo papel à frente da oposição ao regime de Nicolás Maduro, afirmou após a reunião que havia “entregue a medalha” do Nobel a Trump como reconhecimento pelo que ela chamou de “compromisso” do presidente norte-americano com “a liberdade do povo venezuelano”.

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Donald Trump e María Corina Machado
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Donald Trump e María Corina Machado

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Líder da oposição na Venezuela, María Corina Machado
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Líder da oposição na Venezuela, María Corina Machado

Getty Images/ Carlos Becerra

Nobel da Paz é intransferível

O gesto segue uma intenção anterior da opositora de dedicar a honraria ao republicano.

Antes da entrega, o Comitê Norueguês do Nobel alertou que o prêmio é intransferíveluma regra que os organizadores reafirmaram nas últimas semanas, ressaltando que a medalha não pode ser oficialmente compartilhada ou passada a terceiros após a premiação.

O encontro entre Trump e Machado foi fechado à imprensa e, segundo relatos, incluiu também conversas com senadores norte-americanos sobre o futuro político da Venezuela e a continuidade da pressão internacional sobre o regime chavista.

Machado descreveu a reunião como “extraordinária” e disse ter reforçado a importância de apoio contínuo de Washington aos esforços de democratização da Venezuela.

Apesar da receptividade cordial de Trump, ele já havia expressado dúvidas sobre a capacidade de liderança de Machado na Venezuela, afirmando que ela não teria “apoio ou respeito de todo o país” para governar.



Fonte: Metrópoles


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