Marina Ruy Barbosa vai ser embaixadora de um camarote que foi envolvido em polêmica. A participação da atriz no Alma Rio, que teve investimento de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, em 2025, foi anunciada recentemente.
“O início de tudo o que você sonha antes de pisar na Avenida, anunciando Marina Ruy Barbosa como embaixadora de 2026 — personificando a elegância, a presença e a alma que definem o nosso Carnaval”, afirmou a postagem que confirmou a presença da artista.
O espaço, que estreou no Carnaval do ano passado, tinha como “financiador oculto” Daniel Vorcaro, ex-controlador do Banco Master, investigado na Operação Compliance Zero. Na ocasião, o local era exclusivo para convidados e teve lotes de ingressos adquiridos pelo banqueiro, com um investimento entre R$ 16 e R$ 17 milhões.
A edição de 2026
Sem a presença do empresário, que está usando tornozeleira eletrônica após ser preso em novembro, o camarote está vendendo ingressos a R$ 7 mil e terá seis dias de festa, com shows de Pretinho da Serrinha, Gilsons, e atrações internacionais.
Em entrevista recente, Alvaro Garnero, sócio do negócio, confirmou que está sentindo falta do ex-parceiro: “Claro (que sentimos falta), porque é um projeto que custa muito caro. Só de aluguel para a Liesa, acho que (pagamos) mais de R$ 5 milhões”, afirmou, em conversa com a colunista Mônica Bergamo.
Ele ainda deu mais detalhes da participação do ex-controlador do Banco Master na primeira edição: “Ele comprou um lote de ingressos e aprovava a lista de convidados. Foi um negócio muito bacana que a gente fez, e ele me agradeceu”, declarou, antes de contar sobre os valores: “Esse valor de R$ 40 milhões não existe. Foi algo em torno de R$ 16 milhões, R$ 17 milhões, um negócio menor”, garantiu.
Falou sobre Vorcaro
Ainda durante a entrevista, o empresário contou sobre a relação com Vorcaro: “O que eu posso falar do Daniel é que conheço ele superbem, gosto do caráter dele, é um cara generoso e todo mundo fez negócio com ele. Era o cara mais requisitado no Brasil”, lembrou, antes de completar:
“De repente, as coisas desandam… Não sei se ele fez coisa errada ou não. Já vi isso acontecer com muitos bancos, mas acho que o mundo dá muitas voltas. Você vê a [operação] Lava Jato, voltaram todos”, analisou.
Fonte: Matrópoles









