Brasil não vai a evento do governo Trump sobre “extrema esquerda”

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O Brasil não participará de um evento promovido pelos Estados Unidos sobre o que o governo Donald Trump chama de “ressurgimento do terrorismo político” propagado pela “extrema esquerda”. A reunião acontece nesta quinta-feira (16/7), liderada pelo secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio.


Relações Brasil x EUA


Na última semana, o Departamento de Estado convidou representantes de diversos países para a conferência nos EUA. Entre eles o ministro das Relações Exteriores do Brasil, Mauro Vieira.

Ao Metrópoles, fontes ligadas ao Itamaraty informaram que o chanceler não comparecerá ao evento devido a compromissos no Brasil, previstos na agenda de Vieira antes do convite norte-americano chegar.

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Lula e Mauro Vieira, ministro das Relações Exteriores
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Lula e Mauro Vieira, ministro das Relações Exteriores

Vinícius Schmidt/Metrópoles

Imagem mostra Mauro Vieira e Marco Rubio em tom amistoso durante Cúpula para Chanceleres do G7
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Imagem mostra Mauro Vieira e Marco Rubio em tom amistoso durante Cúpula para Chanceleres do G7

Reprodução/AlekhbariyaTV

Marco Rubio e Mauro Vieira em Washington
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Marco Rubio e Mauro Vieira em Washington

Divulgação/Redes Sociais

O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, e o ministro das Relações Exteriores do Brasil, Mauro Vieira
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O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, e o ministro das Relações Exteriores do Brasil, Mauro Vieira

Arte/Metrópoles

Segundo a diplomacia dos EUA, cerca de 70 países foram convidados para as discussões. A reunião a nível ministerial será liderada por Rubio — conhecido pela sua atuação e críticas contra governos de esquerda na América Latina.

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A expectativa, de acordo com fontes ligadas ao Departamento de Estado, é de que o evento reúna delegações de mais de 65 países.

Reunião sobre terrorismo político de extrema esquerda

Conforme o Departamento de Estado, a reunião convocada por Rubio tem a intenção de criar ações coordenadas entre os países com a intenção de combater o avanço do que eles classificam como “terrorismo político praticado por governos de extrema esquerda”.

“Eles refletem uma estratégia deliberada e ideologicamente motivada para desestabilizar sociedades livres, visando violentamente nossos sistemas políticos e econômicos, incluindo ataques contra cidadãos comuns, funcionários do governo, policiais e agentes da lei, empresas e infraestrutura crítica em todo o mundo”, informa.

Ainda segundo o órgão, que coordena as relações internacionais do governo dos Estados Unidos, o país pretende assumir papel de liderança neste combate, defendendo ainda a necessidade de existir cooperação entre os países.

“O secretário Rubio destacará [durante a reunião desta quinta] a importância de aprofundar a cooperação com parceiros internacionais para melhor mapear a atividade violenta, interromper o financiamento do terrorismo, proteger infraestruturas críticas e promover a ação coletiva contra uma ameaça que não respeita fronteiras”, reforça o órgão.



Fonte: Metrópoles


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